Nesta quinta-feira, 17, aconteceu no Barra do Piraí o I Seminário Intersetorial do Setembro Amarelo. O encontro teve como tema "Saúde mental no trabalho também é promoção de vida: reflexão, diálogo e fortalecimento", voltando o olhar aos próprios profissionais da saúde mental da cidade.
Palestraram a doutora em Desenvolvimento Humano com ênfase em Cultura, Linguagens e Territorialidade, Suzi Brum, e a enfermeira do CAPS II "Casa Aberta" e do Serviço de Referência Hospitalar em Saúde Mental, em Resende, e coordenadora do Programa Municipal de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora e do Programa Municipal de Controle do Tabagismo, em Quatis, Marci Luciani Souza de Lucena.
Abrindo o evento, diretora do Departamento de Saúde Mental, Lilian Costa, agradeceu à equipe envolvida e falou sobre o significado deste. “É uma oportunidade que a gente teve de atender um pedido da equipe de saúde mental, porque esse evento do Setembro Amarelo trabalha a conscientização da valorização da vida, mas a gente precisa pensar naquele trabalhador que cuida de pessoas em sofrimento. O trabalhador de saúde mental também precisa ser cuidado, precisa de atenção, tem suas dores, seu sofrimento. Pensamos em um evento voltado para toda a equipe do município”, explica.
Esta necessidade foi reiterada na fala do vice-prefeito e secretário de saúde, Cristiano Almeida. "Temos percebido um adoecimento crescente da sociedade, o que torna cada vez mais urgente o fortalecimento das nossas políticas públicas de saúde mental. O trabalho das nossas equipes é um verdadeiro resgate humano, e as portas da Secretaria de Saúde estão abertas para quem quiser somar e construir soluções conosco", disserta Almeida.
O presidente do Conselho Municipal de Saúde, Leonardo Porto, falou sobre as questões latentes quanto à saúde mental no país. “Os números de suicídio no Brasil são alarmantes! Segundo o Conselho Federal de Medicina, houve um aumento de cerca de 43% nos registros na última década, sendo a quarta causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Destaco também a urgência de uma discussão séria sobre o vício em apostas (bets). Atuo com jovens de 18 a 30 anos e, nos últimos encontros, todos os rapazes presentes relataram a ocorrência desse vício, incluindo um caso grave de um jovem que entrou em surto após perder R$ 60 mil. É urgente lutar pela saúde mental e pela preservação da vida dos nossos trabalhadores e jovens", aborda.
Houve ainda um debate aberto a quem prestigiou o evento, além de uma apresentação musical no encerramento, reiterando a união da reflexão com o acolhimento e o fortalecimento da rede que cuida do mental da população e dos próprios profissionais.
Palestraram a doutora em Desenvolvimento Humano com ênfase em Cultura, Linguagens e Territorialidade, Suzi Brum, e a enfermeira do CAPS II "Casa Aberta" e do Serviço de Referência Hospitalar em Saúde Mental, em Resende, e coordenadora do Programa Municipal de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora e do Programa Municipal de Controle do Tabagismo, em Quatis, Marci Luciani Souza de Lucena.
Abrindo o evento, diretora do Departamento de Saúde Mental, Lilian Costa, agradeceu à equipe envolvida e falou sobre o significado deste. “É uma oportunidade que a gente teve de atender um pedido da equipe de saúde mental, porque esse evento do Setembro Amarelo trabalha a conscientização da valorização da vida, mas a gente precisa pensar naquele trabalhador que cuida de pessoas em sofrimento. O trabalhador de saúde mental também precisa ser cuidado, precisa de atenção, tem suas dores, seu sofrimento. Pensamos em um evento voltado para toda a equipe do município”, explica.
Esta necessidade foi reiterada na fala do vice-prefeito e secretário de saúde, Cristiano Almeida. "Temos percebido um adoecimento crescente da sociedade, o que torna cada vez mais urgente o fortalecimento das nossas políticas públicas de saúde mental. O trabalho das nossas equipes é um verdadeiro resgate humano, e as portas da Secretaria de Saúde estão abertas para quem quiser somar e construir soluções conosco", disserta Almeida.
O presidente do Conselho Municipal de Saúde, Leonardo Porto, falou sobre as questões latentes quanto à saúde mental no país. “Os números de suicídio no Brasil são alarmantes! Segundo o Conselho Federal de Medicina, houve um aumento de cerca de 43% nos registros na última década, sendo a quarta causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Destaco também a urgência de uma discussão séria sobre o vício em apostas (bets). Atuo com jovens de 18 a 30 anos e, nos últimos encontros, todos os rapazes presentes relataram a ocorrência desse vício, incluindo um caso grave de um jovem que entrou em surto após perder R$ 60 mil. É urgente lutar pela saúde mental e pela preservação da vida dos nossos trabalhadores e jovens", aborda.
Houve ainda um debate aberto a quem prestigiou o evento, além de uma apresentação musical no encerramento, reiterando a união da reflexão com o acolhimento e o fortalecimento da rede que cuida do mental da população e dos próprios profissionais.
