Após Neymar dizer que "não quer mais" atuar pela Seleção Brasileira, o técnico Carlo Ancelotti confirma que ele não está nos planos, assim como Casemiro e Danilo. Carleto justificou que busca montar um elenco mais jovem, ratificando a conquista da Copa América de 2028 como uma das prioridades do novo ciclo canarinho. As informações são da Agência Brasil.
A declaração foi concedida ao portal Globoesporte.com. “Acho que com essa Copa do Mundo termina uma geração de jogadores muito importantes. Começando por Neymar. Passando por Danilo, Casemiro, todos esses jogadores que na Copa do Mundo tinham mais de 30 anos”, lembra Ancelotti. Vale lembrar que Ney e Casemiro têm 34 anos e Danilo acaba de completar 35; eles chegariam à 2030, respectivamente, com 38 e 39 anos.
“Vamos mapear os novos jogadores que possam entrar, não digo na próxima Copa do Mundo de 2030, mas que possam já ser competitivos no primeiro objetivo, que é a Copa América de 2028", projeta o allenatore. Ele já sinaliza que não vai mudar todo o time que levou aos Estados Unidos, podendo mesclar novos e antigos nomes e citando Marquinhos.
“Acho que é importante que fique para dar um sinal de continuidade ao trabalho. Mas a ideia é mudar, botar uma nova geração.”, projeta, citando ainda que negou-se a assumir a seleção italiana, grifando, em sua justificativa, a palavra "compromisso". "Tenho compromisso pelo ano que passei aqui, fui muito bem recebido e não quero cortar esse compromisso", afirma ele, que em maio completou um ano à frente da seleção brasileira, que já tem seus primeiros compromissos pós-Copa: dois amistosos contra a Austrália.
Boicote
Após plano de vender participações na Copa do Mundo a investidores, a Uefa foi unânime ao boicotar a Copa do Mundo e outros torneios da Fifa.
"No momento em que investidores externos adquirirem participações nas competições da Fifa, o futebol mudará para sempre. O retorno comercial se tornará uma obrigação permanente. As expectativas dos investidores se tornarão uma pressão diária", comunica a entidade máxima do futebol europeu.
A Confederação Asiática de Futebol (AFC) recebeu o plano com preocupação, enquanto a Confederação das Associações de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) não foi consultada e a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) não se pronunciou.
