Pouco mais de um ano após o termo "cachê da desgraça alheia" ser citado em perguntas para a influenciadora Virgínia Fonseca na CPI das Bets, a expressão volta à tona devido à ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra ela e a plataforma Blaze. A frase é como ficou conhecida a porcentagem que influenciadores ganham em cima do prejuízo de apostadores.
Virgínia teria utilizado de estratégias de indução ao público para que apostasse em Cabo Verde na partida das oitavas de final da Copa do Mundo contra a Argentina, que terminou com a vitória albiceleste por 3x2, conforme documento do MP.
Em relação ao lucro sobre o prejuízo do apostador, Virgínia negou, alegando que o contrato fechado com a bet se referia a dobrar os ganhos.
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Nesta sexta-feira, 10, foram publicadas as novas regras a respeito de publicidade de casas de apostas, que entram em vigor na próxima sexta-feira, 17.
Entre elas, estão a divulgação de uma advertência a respeito dos riscos de apostar, a proibição ao uso da imagem de influenciadores, apresentadores e comentaristas de modo a induzir o público a apostar e não apresentar a aposta como investimento ou ganho fácil de dinheiro.
